Esportes | 02/03/2011 19h50min
Pedro Affatato disputou com Giovanni Luigi a presidência do Inter, mas acabou perdendo a eleição. Agora, diverge com o atual presidente no modelo que o clube deve adotar para reformar o Beira-Rio. Para ele, realizar as obras com recursos próprios é o mais indicado:
— Basicamente porque é o modelo mais econômico. É o modelo que dá uma taxa de retorno maior para o Internacional. Como nós pensamos primeiro no Inter, não tem porque fazer um investimento deste tamanho com parcerias — defende.
Sobre as garantias que a Fifa pede, Affatato afirma que não há problemas. E que a entidade só exige a conclusão das obras. Ele ainda afirma que a parceria com construtoras não garantiria nada:
— O que a Fifa quer na verdade é que o estádio esteja pronto e concluído até a data da Copa. O que temos que levar para a Fifa são essas garantias, que isso se concretizará. Não tem como dar essas garantias apenas passando para a iniciativa privada — explica.
Affatato garante que com R$ 150 milhões o Inter consegue concluir a obra a tempo de sediar os jogos da Copa. E que o clube já possui parte do dinheiro:
— Essas garantias podem ser bancárias ou recursos próprios. Quando estávamos discutindo com a Fifa, já tínhamos mais de R$ 40 milhões na conta. Isso já era uma garantia. O que precisa é ter o recurso — afirma.
Sobre a possibilidade da Fifa descredenciar o Beira-Rio para a Copa, ele se mostra incrédulo:
— Esse tipo de pressão é um lobby para que os negócios se direcionem para as grandes empreiteiras
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