Foto: Divulgação |
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Quem me chamou a atenção para esta notícia publicada no jornal inglês The Sun é um beatlemaníaco como eu, o Artur Chagas, editor aqui na rádio. Parece que o ex-Beatle Paul McCartney vai emprestar a voz que cantou sucessos dos FabFour como Yestarday, The Fool In The Hill, Hey Jude, Back In The U.S.S.R, entre outras para a dublagem de um personagem na animação Shrek 4. Isso mesmo! McCartney está cotado para participar do quarto filme da saga do ogro verde, sua esposa Fiona, o burro e o gato de botas, prevista para estrear em 2010. Claro que o papel do ex-Beatle está sendo mantido em segredo. O certo, por enquanto é que os atores Mike Myers, Cameron Diaz, Eddie Murphy e Antonio Banderas vão repetir seus papéis.
Eu arrisco perguntar: será McCartney alguém da realeza, já que possui título de SIR?
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Tem curta-metragem gaúcho recebendo prêmios no exterior. Subsolo, de Jaime Lerner, arrematou os prêmios de melhor filme, diretor e atriz no 2° Festival de Cinema Brasileiro em Toronto, no Canadá, ou melhor, o Brazilian Film Festival of Toronto. O festival encerrou ontem.
Subsolo conta a história de uma suicida, protagonizada por Carla Marins, que tem o destino alterado após um pequeno incidente no prédio onde mora. O curta também foi premiado este ano no Festival de Cinema de Gramado, com melhor direção para Lerner.
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Um James Bond com sede de vingança. É isso que o público pode esperar de Quantum of Solace, o vigésimo segundo longa da franquia do agente secreto mais charmoso do cinema, que entrou em cartaz nesta sexta-feira. Daniel Craig volta ao papel e o filme repete a mesma fórmula de Cassino Royale, lançado em 2006. Ou seja, é melhor o público não esperar aquele James Bond sedutor do Sean Connery, cínico de Roger Moore, ou charmoso do Pierce Brosnan. O 007 de Craig é diferente. É mais agressivo, mais cru, mais cabeça quente, mais violento. É um James Bond reinventado onde as sequências de ação ininterruptas com explosões, tiros e carros destruídos, tomam o lugar da espionagem e da inteligência dos roteiros baseados nos livros de Ian Fleming.
Quantum of Solace, título que se manteve do inglês pela dificuldade de tradução, que seria algo como quantidade de conforto, mostra a caçada de Bond para encontrar os responsáveis pela morte de Vesper Lynd, sua namorada em Cassino Royale. O espião se depara então com uma organização internacional secreta que está em todos os lugares. A bond girl da vez é a ucraniana Olga Kurylenko e o vilão é interpretado pelo francês Mathieu Amalric, visto de O Escafandro e a Borboleta. A direção é de Marc Forster, de A Última Ceia. Quantum of Solace tem cenas rodadas em países da América Latina.
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O cineasta inglês Guy Richie tem uma missão ingrata: se livrar do estigma de ser marido da estrela pop Madonna, de quem anunciou a separação há algumas semanas, se livrar do fracasso de Destino Insólito, filme onde dirigiu a então esposa que foi um fiasco nos cinemas e ao mesmo tempo tentar provar de que não é diretor de um filme só. Com toda essa responsabilidade estréia nesta sexta-feira nos cinemas Rocknrolla - A Grande Roubada.
Mais uma vez, Guy Ritchie retoma a fórmula que usou nos filmes anteriores Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e Snatch - Porcos e Diamantes, e mistura gangsters modernos, submundo do crime, um golpe que tem tudo para dar errado e milhares de referências pop, principalmente na trilha sonora. Difícil não ter a sensação de que sim, você já viu esse filme antes. Tom Wilkinson, Gerard Butler e Thaide Newton estão no elenco.
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Guilherme de Almeida Prado flerta com o cinema noir há tempos. É só lembrar de títulos do diretor como A Dama do Cine Shangai, Perfume de Gardênia e A Hora Mágica. O cineasta volta a aplicar essa fórmula que usa com tanta competência e estilo em Onde Andará Dulce Veiga?, que entra em cartaz nos cinemas nesta sexta-feira. Baseado na obra autobiográfica do escritor Caio Fernando Abreu, o filme conta a história de um escritor que trabalha como jornalista de variedades que ao entrevistar uma aspirante a cantora, descobre que ela é filha da famosa Dulce Veiga, que desapareceu misteriosamente.
O jornalista então publica uma crônica no jornal em que trabalha contando suas lembranças de Dulce Veiga, o que gera uma enorme repercussão. A esquecida cantora é relembrada e todos querem saber seu destino. Paralelamente o jornalista fica cada vez mais obcecado pela personalidade da filha de Dulce, que é uma bela garota com trejeitos de homem. O elenco não poderia ser melhor e mistura jovens atores como Eriberto Leão e Carolina Dieckman, com monstros sagrados como Christiane Torloni, Nuno Leal Maia, John Herbert e Maitê Proença.
Onde Andará Dulce Veiga? tem um beijo gay entre os atores Carmo Dalla Vecchia e Eriberto Leão.
Uma curiosidade: é o 3º filme em que o diretor Guilherme de Almeida Prado e a atriz Maitê Proença trabalham juntos. Os anteriores foram A Dama do Cine Shanghai (1987) e A Hora Mágica (1998).
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Shakespeare é eterno, isso não resta dúvida. E uma das peças desse dramaturgo inglês mais conhecidas do público (ao lado de Hamlet) é a tragédia dos amantes Romeu e Julieta. Inúmeras adaptações nos cinemas e teatro foram feitas ao longo dos anos. E mais um roteiro livremente inspirado nesse clássico ganha vida nas telas. Só que desta vez, o cenário é a Favela da Maré, no Rio de Janeiro.
Essa é a premissa de Maré - Nossa História de Amor, novo longa de Lúcia Murat, diretora de Quase Dois Irmãos. O filme conta a história de Analídia, filha de um dos chefões do tráfico que se apaixona por Jonatha, irmão do chefe de uma gangue rival. A única coisa que pode fazer com eles fiquem juntos é a dança. Cristina Lago, Vinícius D´Black, Marisa Orth, e Elisa Lucinda estão no elenco.
Uma curiosidade: este é o segundo filme em que a diretora Lúcia Murat e a atriz Marisa Orth trabalham juntas. O anterior foi Doces Poderes, de 96.
Bambi e Tambor! Que cuti-cuti!Foto: Divulgação/Disney |
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O jornal britânico Daily Mail divulgou uma lista curiosa. São os 10 filmes que mais levam o espectador às lágrimas. A surpresa é que o líder absoluto não é uma daquelas histórias lacrimosas de amor, e sim o desenho animado da Disney, Bambi. O filme, lançado em 1942, levou muita gente a usar os lencinhos de papel na cena em que a mãe do jovem veado é baleada pelos caçadores. Eu mesma lembro da minha irmã Helena aos prantos no cinema no momento desta cena, mas não lembro de ter chorado. Chorei sim em O Cão e a Raposa, outro desenho da Disney, onde o cão Toby e a raposa Dodó prometem na infância que serão amigos para sempre apesar de que um foi criado para ser o caçador do outro no futuro. Chorei também assistindo a Procurando Nemo, mas não sou de me debulhar em lágrimas no cinema...Dos 10 filmes da lista chorei apenas em Philadelphia! E vc, com que frequência tira o lencinho do bolso e dá aquela fungadinha no escurinho do cinema?
Abaixo, a lista do Daily Mail:
1.Bambi (1942)
2.Ghost - Do outro lado da vida (1990)
3.O rei leão (1994)
4.E.T. - o extraterrestre (1982)
5.Titanic (1997)
6.Amigas para sempre (1998)
7.Philadelphia (1993)
8.Uma grande aventura (1978)
9.Meninos não choram(1999)
10.Flores de aço (1989)
Cruz, Bardem e Johansson num triângulo perigosoFoto: Divulgação |
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Eu sou fã incondicional do Woody Allen. Devo isso a um querido professor meu de cinema da época da faculdade, o genial Glênio Póvoas...Um dia na aula ele apresenta para a turma A Rosa Púrpura do Cairo, uma das obras primas do cineasta. Quando dei por mim estava totalmente imersa naquele filme, adorando cada minuto, me apaixonando pelos diálogos, pela trilha, pela edição, pelo roteiro... Quando o filme acabou, procurei ler tudo que já havia sido escrito sobre Woody Allen e vi o maior número de filmes possíveis dele, praticamente um atrás do outro, como Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, Manhathan, A Era do Rádio, Hannah e Suas Irmãs, Crimes e Pecados (que acabou se tornando o meu favorito), Setembro, A Outra, Zelig, e por aí vai...
Claro que eu já conhecia Woody Allen antes daquela aula de cinema, mas nunca tinha me interessado o suficente para assistir a um filme dele. Tinha até uma certa implicância com aquele tipo neurótico, hipocondríaco e intelectual que depois aprendi a amar. Claro, que, apesar de fã, também reconheço que existem pontos baixos na carreira dele, como O Escorpião de Jade (que diabo de filme foi esse?), e até mesmo o recente O Sonho de Cassandra, que apesar do charme de Ewan McGregor e Colin Farrell, a tentativa de repetir o tema "crime e castigo" não foi tão bem sucedida como em filmes anteriores do cineasta.
Toda essa introdução é para dizer que aguardo com muita ansiedade o lançamento aqui no Brasil de Vicky Cristina Barcelona, novo filme de Woody Allen que participa na programação do Festival do Rio. O longa foi filmado na Espanha e traz mais uma vez a nova musa do diretor, a bela e talentosa Scarlett Johansson vivendo um triângulo complicado com um pintor latin lover, interpretado por Javier Bardem, e a louca da ex-mulher dele, vivida por Penélope Cruz. Tudo isso na caliente e irresistível Barcelona. Enquanto os fãs brasileiros ficam a ver navios, Woody já está filmando seu novo projeto: Whatever Works, com Evan Rachel Wood e Henry Cavill no elenco.
De Niro e Pacino posam de CSI na cena do crimeFoto: Divulgação |
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Dois monstros sagrados do cinema, os atores Robert De Niro e Al Pacino estão juntos na tela pela terceira vez no thriller policial As Duas Faces da Lei, que entra em cartaz nos cinemas. Eles interpretam dois condecorados policiais, que à beira da aposentadoria, após 30 anos perseguindo bandidos, recebem a missão de investigar um novo serial killer, que pode ter relação com casos passados.. As Duas Faces da Lei tem direção de John Avnet, que também assinou 88 Minutos, outro longa policial com Al Pacino, ator que nos últimos anos tem se especializado em interpretar policiais e detetives. John Leguizamo, Donnie Wahlberg e Carla Gugino completam o elenco.
E agora, você lembra qual o primeiro filme que reuniu De Niro e Pacino? Foi O Poderoso Chefão 2, há 24 anos. Na época, no entanto, os dois atores jamais participaram de uma cena juntos, já que De Niro fazia o jovem Vito Corleone, enquanto Pacino continuava com a saga como Michael Corleone, filho de Vito. Alguns anos depois, em 95, os dois finalmente contracenavam, ainda que em apenas uma cena num dos maiores longas de ação dos cinemas, Fogo Contra Fogo, de Michael Mann.
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Saudades das Olímpiadas de Pequim? Assista então Asterix nos Jogos Olímpicos. Desta vez os clássicos personagens Asterix e Obelix se deparam com uma competição esportiva travada a cada quatro anos entre atletas gregos e romanos. O ator francês Gerard Depardieu empresta seu corpanzil a Obelix, mas o Asterix é outro: o ator Clovis Cornillac, de Eterno amor. O longa tem participações especiais de atletas como o jogador de futebol Zidane e o campeão de Fórmula 1 Michael Schumacher. Estréia amanhã nos cinemas.

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