
Pôr-do-sol e salada são dicas básicas para quem vai visitar Santorini


Dicas, percepções e um pouco de gastronomia do país mais populoso do mundo
Singapure Airlines, a primeira da lista, tem primeira classe de luxoFoto: Divulgação |
![]() |
Entre as várias listas que entram por aqui, hoje vem a mais séria, acredito. A Skytrax divulgou o prêmio das melhores companhias aéreas de 2008. A empresa faz isso todo ano e é especializada em consultoria e pesquisas para a indústria de transporte aéreo. Ou seja, não é pouca porcaria e nem tá para brincadeira. Na lista, claaaro que não tem nenhuma brasileira, tampouco da América e da Europa. Quem é bom nisso, segundo a Skytrax, é a Ásia e a Oceania, de onde são a maior parte das companhias escolhidas por seus bons serviços.
E quem são as maravilhas?
Singapore Airlines
Cathay Pacific
Qantas
Thai Airways
Asiana Airlines
Malaysia Airlines
Qatar Airways
Air New Zealand
Emirates
Etihad Airways
A pesquisa é bem completa e apresenta ainda análises divididas em outras categorias, como a melhor por continente (na Amércia do Sul a escolhida é a LAN), low-cost (easyJet), primeira classe (Qantas) etc.
Depois desses resultados, fico me sentindo uma consumidora aérea bem "chinela". De todas as citadas pelo Skytrax, só voei com a easyJet. E você? Tem algum depoimento que comprove ou retruque a pesquisa?
![]() |
Momento Vida Feminina por aqui. Navegando sobre viagens descobri o Girlfriend Getaways, um site voltado para as girls e suas amigas. Até aí nenhuma novidade, tem tantos. O GG apresenta muito do que vários outros também fazem: dicas de beleza, consumo, festas, comunidades com temas femininos e bla, bla, bla. Mas ele tem entre um de seus assuntos principais (que aparecem inclusive no logo, abaixo no nome), viagem, ao lado de entretenimento, estilo e compras. Me agradou, porque realmente tem bastante material do assunto, voltado para o nosso gosto. Não que eu seja uma súper fã dessa ótica feminina para tudo - viajar é bom e não tem sexo -, mas meu lado mulherzinha curtiu encontrar depoimentos de mulheres (como dicas de executivas para encarar grandes e constantes jornadas aéreas), ofertas de roteiros que incluem desejos de consumo femininos (como temporadas em spas) e dicas de programas para o qual qualquer namorado ou marido torceriam o nariz (como quatro museus de sapatos!).
E aí, consegui aguçar seu lado mulherzinha? Vai lá então!
Não tem jeito, o espírito "low fare" de voar tá pegando mesmo. Quem ainda não se acostumou com a barra de cereal da Gol ou com pagar até pelo refri nos vôos baratinhos dentro da Europa precisa se resignar. Agora, a United Airlines anunciou que vai parar de servir refeições "gratuitas" durante os vôos entre Washington DC e a Europa, a partir de 1 de outubro. Quem quiser comer enquanto atravessa o oceano poderá pagar US$ 9 por uma saladinha com sanduíche ou US$ 6 por uma caixa com crackers, fruta, iogurte e salgado, segundo o Washington Post. As refeições para a primeira classe e executiva continuam sendo servidas nos vôos transatlânticos, mas a tendência é que em vôos domésticos da companhia mesmo as classes diferenciadas fiquem sem comidinha incluída na passagem.
Quando será que a moda chega por aqui?
Enquanto as passagens seguem cada vez mais caras e as ofertas rareiam, o jeito é se virar com milhas. A boa nova é que a Varig prorrogou a promoção Férias Smiles até 15 de setembro. Com apenas 2.500 milhas, é possível marcar passagem para trechos nacionais (exceto para Fernando de Noronha) de graça. Os bilhetes devem ser emitidos na central de atendimento Smiles ou em uma das lojas Varig até o fim de agosto.
Mais informações, clique aqui.
Notícia boa para quem é hipocondríaco (ou, ok, para quem sofre muito com alergia e asma). A rede de hotéis Wyndham, dos Estados Unidos, agora tem quartos livres de alergia. Nas zonas reservadas, carpetes, roupas de cama, móveis e tudo mais é desinfetado com materiais resistentes a bactérias e vírus. Os Clear Air Rooms, como são chamados, estão disponíveis em Miami (Flórida), Peachtree (Georgia), Glenview, Lisle e Oak Brook (Illinois), Plainsboro (Nova Jersei), Cleveland (Ohio), Galveston (Texas) e Rio Grande (Porto Rico). Nestes locais, algumas salas de conferência também têm o ar puro.
Minha dúvida é: como o hóspede faz se precisar ir a alguma reunião ou se divertir fora do hotel?
![]() |
Numa insônia esta semana descobri um mapa que é bem legal para quem gosta de viagens e novidades na web, tipo eu. O Wanderlust, no site da Good Magazine (que eu também não conhecia), é um infográfico que traça as rotas e traz informações de viagens famosas da história - reais e de ficção. Estão lá do trajeto do Cristóvão Colombo em 1492 para descobrir a América até a trip "On the Road" do Jack Kerouac pelos Estados Unidos, passando pelas aventuras de Marco Polo, as viagens imaginárias de Júlio Verne e tantas outras.
Com insônia ou não, o infográfico possibilita que a gente viaje um pouco nas jornadas fascinantes e inspiradoras.
Guias com bandeirinhas são muito irritantes! |
![]() |
Uma semana de silêncio depois, retomo pelos meus gostos, again. Incentivada pela Cássia, que confessou que não gosta de viajar, mas voltou da Europa bem feliz e convicta que viajar é preciso (parece contraditório, mas ela explica essa história bem direitinho lá no Dia se Espatifa), destilarei um pouco de mau humor, com uma listinha de coisas que eu também NÃO curto em viagens. Aí:
# Guias com bandeirinhas
# Bandos de turistas que vão atrás de guias com bandeirinhas
# Bandos de turistas (geralmente japoneses) que se atravessam na frente de tudo e todos para tirar fotos, principalmente em museus
# Excursões. Detesto ter que fazer exatamente o que alguém decide que várias pessoas têm que fazer
# Filas. O Ricardo Freire disse (e eu concordo) no livro 100 Dicas para Viajar Melhor: Quem gosta de filas deve passar as férias na Disney
# Avião. Aqui, uma ressalva, gosto da possibilidade que só o avião tem de me transportar rapidamente para qualquer lugar. Gosto também da sensação de estar no aeroporto, fazer o chek-in e saber que em algumas horas estarei longe. Mas não gosto dos atrasos, dos overbooking, das conexões, de estar no avião em si. E não é que eu tenha medo, mas não gosto da sensação de estar presa, de ficar com os pés inchados, dor nas costas.
# Transformar férias em maratona. Conhecer 10 países em 14 dias, nem pensar
# Malas pesadas, embora às vezes carregue mais bagagem do que gostaria
# Perder coisas pelo caminho. E eu SEMPRE perco
# Deixar para arrumar a mala nas últimas horas antes da viagem. E eu SEMPRE deixo
# Planejar demais o roteiro, de modo que não dê para mudar de idéia durante a viagem
# Companhia de viagem que reclama de tudo – de preços, comidas, perrengues até (e principalmente) das pessoas dos lugares visitados
Estou adorando olhar o Jornal Nacional por esses dias pré-olímpicos. De toda a avalanche de conteúdo produzido na China, o que passa na tela da Globo em horário nobre é o que mais me agrada. É variado na apresentação dos temas esportivos e de curiosidades sobre o país e o povo chinês, é divertido sem ser preconceituoso e por vezes crítico em relação às polêmicas que envolvem os jogos, a China e o seu governo. Uma das questões apresentadas (não só pelo JN) está relacionada à poluição. O problema não é novo, pelo contrário, bem famoso em Pequim há algum tempo. Mesmo assim, antes de estar lá, não conseguia ter a dimensão que o ar infestado poderia atingir. Imaginei uma São Paulo, o que já seria uma baita dimensão. Mas que nada, em Pequim a gente sente a poluição na pele, nos olhos, no nariz, e termina o dia cansado dela - pobres atletas!
Para ilustrar, escolhi algumas das minhas fotos tiradas em abril e maio para postar aqui. São imagens de alguns dos principais pontos turísticos de Pequim, lindos, incríveis, mas um tanto ofuscados pela bendita poluição.
Templo do Céu, ou Tian Tan, onde o imperador fazia sacrifícios e orava durante o solstício de inverno.
Grande Hall do Povo, onde o Congresso Nacional do Povo se reúne UMA vez por ano.
Ao fundo, o Parque Jin Sahn, próximo à Cidade Proibida, era até a dinastia Quing para uso da imperial, de onde deveria vir a proteção contra influências malignas do norte, que traziam morte e destruição.
Palácio de Verão, nas próximidades de Pequim, usado na dinastia Qing para refúgio ao calor sufocante da Cidade Proibida.
Muralha da China, em Badaling, que dispensa apresentações.
Terceiro Anel Viário de Pequim

Compras e confusão na 25 de Março é um dos meus passeios preferidos em Sampa/ Foto: Panoptico, flickr
Esses tempos postei por aqui uma lista - um tanto surpreendente - de cidades cool da Europa, elaborada pela revista alemã Spiegel. Este mês a brazuca Viagem e Turismo veio com outra, usando o mesmo termo cool, mas de abrangência mundial. E bem diferente, incluindo São Paulo e Londres como as mais quentes das 10 "atuais lançadoras de tendências que vivem um momento único", nas palavras do editor Kiko Nogueira. Ao contrário da escolha da Spiegel, que tinha toda uma filosofia que a explicava, baseada no conceito de creative classes (vai lá no post original que dá para entender), a VT é beem mais genérica. Abre a reportagem dizendo que a cidade cool é aquela onde todos querem viver, ou pelo menos ficar um tempo, porque captam e emanam o espírito do tempo. Ficou claro? Não, né. Mas aí na descrição de cada cidade estão os motivos pelos quais as cidades são cool. Roubei um pouquinho das explicações e reproduzo aqui:
São Paulo - tem de tudo. Bairros charmosos, os melhores hotéis e restaurantes...Ela vive hoje um de seus melhores momentos.
Londres - porque é Londres.
Boston - porque é a menos americana das cidades americanas e se recusa a ceder totalmente à modernidade.
Dubai - porque fez de um deserto de beduínos destino de luxo.
Cidade do México - porque tem grana, Diego e Frida.
Lima - porque é a capital de um país que só cresce - e tem ceviche.
Santiago - porque possui um bairro que é arte só.
Zurique - porque tem a melhor qualidade de vida do planeta.
Dublin - porque vibra como Londres - e a Guiness é de lá.
Vancouver - porque é Ásia sem Ásia.
E aí, deu vontade de morar em todas elas? Como também está na reportagem de autoria de Gabriela Aguerre e Paulo Vieira, esta é uma lista, e assim a encarei. De cara já retiraria Dubai, mesmo sem conhecê-la, da minha. E você?
Vou me exibir. Ontem, o programa Camarote TVCOM teve um bloco sobre a China. Para falar do país que recebe todas as atenções do mundo por causa da Olimpíada foram convidados alguns chineses que moram em Porto Alegre e eu. Antes de entrar no ar - cercada de estudantes chineses que estão por aqui estudando português - deu uma saudade da China! No estúdio, só bateu ainda mais a vontade de estar por lá nesse momento olímpico.
O bate-papo com os apresentadores Kátia Suman e Rodrigo Lopes foi muito bacana. Ponto alto para o momento de perplexidade da Kátia, quando um dos participantes, o Saudade, disse que não se importava com a censura realizada à internet em seu país, porque acredita que o governo tem boas razões para isso. Difícil de entender, mas o Saudade não está sozinho. Na China, senti muito este sentimento de apoio total e irracional ao governo e também fiquei perplexa, como disse ontem na entrevista que você pode assistir aqui:
Foto: Reprodução |
![]() |
Quer comprar cerveja a US$ 0,62? Só em Myanmar, o país onde a bebida é mais barata no mundo! Descobri isso no site Price of a Pint, que apresenta o valor médio de uma caneca de cerveja em 204 países. Os preços, apresentados em libra, euro, dólar americano, canadense e australiano, são atualizados pelos próprios internautas. Funciona assim: quem quiser pode preencher um formulário com o preço que pagou em determinada cidade e essa informação é contabilizada em média com a de outros beberrões que postarem valores. No Brasil, pelo site, a ceva sai por US$ 1,84, segundo a média de 108 usuários.
E a mais cara, de onde é? Da Noruega, por US$ 11,83.
Ah, a dica deste site eu peguei do Caderno Viagem, de Zero Hora.
Na Pont es Arts, parisientes e turistas se reúnem para admirar o pôr-do-solFoto: Tatiana Klix |
![]() |
Enquanto a chuva custa a parar lá fora, o post de hoje é sobre pôr-do-sol - quando será que ele vai aparecer para se pôr novamente em Porto Alegre? A inspiração agora é da colega Anelise, que publicou semana passada no blog Coisas da Ane (clica aí que vale a pena!) fotos de oito pores-do-sol e fez relatos sobre eles. Lembrei imediatamente do meu preferido, em Santorini, na Grécia, do qual já escrevi aqui, e do que tive oportunidade de saborear em Paris, no ano passado.
Me deparei com o sol se pondo no Sena meio por acaso, sem planejar. Após uma tarde em um museu na companhia da Paola, caminhava perto do rio quando o céu de cor alaranjada e uma ponte cheia de gente foram me atraindo. Era a Pont es Arts, só para pedestres, que liga o Institut de France ao museu do Louvre. Nela, grupos de parisienses e turistas se reúnem, sentam, bebem, comem para admirar o espetáculo natural que embeleza ainda mais a cidade cheia de atrativos arquitetônicos. É um astral tri gostoso e uma vista muito, muito linda. Se foi bom ter tido esta bela surpresa num fim de tarde, também estávamos desavisadas. Perdemos de fazer o piquenique com queijos e vinhos franceses, bem local.
Pois, fica a sugestão para quem for para lá. Só não vale ser no inverno.

Estar conectado é um vício. Eu mesma passo o dia todo na internet no trabalho e, quando chego em casa, a primeira coisa que faço é ligar o computador (antes até da TV!). E aí é claro que acabo trabalhando um pouco também. São ossos do ofício, mas também é gosto, não reclamo. Mas tem horas que a gente precisa de férias, né? Férias de verdade. Sem responder e-mails, sem atender ligações do trabalho, sem torpedos, sem chefe, sem preocupações. Se você acha difícil conseguir se desligar totalmente, roubei umas dicas do Budget Travel para quem quer férias desconectado, sem medo de ser demitido.
Aí, em livre tradução:
1 - Diga aos seus colegas para não lhe ligarem, a não ser em casos extremos. Mas seja bem enfático na definição de extremos.
2 - Leve um aparelho de telefone com o qual não seja possível mandar e-mails. Blackberry nem pensar!
3 - Dê o nome e telefone do hotel em que vai se hospedar somente a um colega.
4 - Fique em hotéis que tenham programações para promover a interação com outros hóspedes. Viajando sozinho sempre é mais difícil se desconectar.
5 - Não planeje atividades demais para as férias, senão vai parecer rotina e trabalho.
6 - Faça uma lista do que não deve levar junto - preocupações com trabalho, chefe, colegas, planos para a carreira, laptop, pager, celular etc.
7 - Responda só a emergências mesmo. Este conselho é para aqueles que têm chefes que insistem para que os funcionários chequem os e-mails nas férias.
Acha que vai conseguir? Eu tô com pouca moral pra falar no assunto. Minhas últimas férias foram conectadíssimas e se transformaram em trabalho.

Histórias, dicas, lembranças e planos de viagens para quem adora passear por aí (e depois voltar para casa). Por Tatiana Klix
Meu e-mail
tatiana.klix@rbsonline.com.brwww.flickr.com
Dúvidas Freqüentes | Fale conosco | Anuncie - © 2000-2007 RBS Internet e Inovação - Todos os direitos reservados.