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 | 08/05/2001 10h

Cidasc avalia concessões para entrada de produtos gaúchos

Técnicos da Companhia de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) estão reunidos nesta manhã de terça-feira para listar produtos gaúchos derivados de carne que serão permitidos entrar em Santa Catarina. Neste domingo, a divisa foi fechada com o Rio Grande do Sul, devido ao anúncio de foco da febre aftosa em Santana do Livramento. Mas o diretor técnico da Cidasc, Mauro Kazmierczak, admite a necessidade de permitir o escoamento da produção gaúcha, como dos manufaturados – caso do pernil, por exemplo. – Não podemos fechar completamente a passagem – disse. O diretor técnico acrescenta que nesta terça-feira 16 barreiras – 11 fixas e cinco móveis – estão montadas na divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul para impedir a entrada de animais vivos e carne com osso no Estado. Ele explica que a equipe tenta contornar algumas dificuldades como a não permissão do governo gaúcho de aproveitar a estrutura dos postos de fiscalização da Secretária de Agricultura do Rio Grande do Sul. Em algumas regiões, os técnicos catarinenses precisam improvisar como utilizar vans. Mas na rodovia BR-101, devido as condições para estacionar os caminhões que estão sendo abordados, a primeira barreira está montada somente a 40 quilômetros da divisa em Santa Catarina. – Precisamos de espaço que o Rio Grando do Sul tem e não quer ceder para a operação – aponta Mauro. A proibição da entrada de animais vivos e carne com osso pode ser flexibilizada a partir desta quinta-feira. O governo de Santa Catarina anunciou que vai liberar a passagem de suínos vindos do Rio Grande do Sul para terminação em granjas ou abate em frigoríficos catarinenses. Para ser colocada em prática, a decisão ainda deve passar pela avaliação do Fórum Nacional de Secretários de Agricultura e do Ministério da Agricultura, na quinta-feira. Outra frente de trabalho da Cidasc será discutida às 14h, em São Miguel do Oeste, Extremo Oeste do Estado. Autoridades catarinenses se reúnem com representantes de Missiones para propor a vacinação do rebanho daquela província argentina. É uma estratégia para criar um cordão de segurança no solo argentino ao rebanho catarinense.

 
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