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Pneumonia asiática mata dois no interior da Mongólia

Duas pessoas numa remota região da Mongólia, no norte da China, morreram infectadas pela Síndrome Respiratório Aguda Grave (Sars, na sigla em inglês), informou a agência de notícias Xinhua neste sábado, dia 12, reforçando os temores de uma disseminação da doença no país mais populoso do mundo.

Dez casos da Sars foram registrados na capital regional de Hohhot, segundo a Xinhua. A doença infectou mais de 3 mil pessoas e matou mais de 110 no mundo inteiro desde que apareceu pela primeira vez, em novembro, na província chinesa de Guangdong.

Autoridades chinesas e da Organização Mundial de Saúde (OMS) não comentaram a notícia. O site da OMS (http://www.int/en/) mostrou pela primeira vez o Japão entre os países com prováveis casos registrados de Sars.

O governo japonês disse que havia desistido da política de informar apenas casos confirmados, disse a agência de notícias Kyodo. O governo também pediu que os viajantes japoneses fossem cautelosos em viagens a Pequim.

Especialistas de saúde em Hong Kong e no continente da China disseram ter confirmado que o vírus era o mesmo nas duas localidades, desmentindo a afirmação de alguns médicos chineses de que a Sars seria causada pelo micróbio chlamydia pneumoniae, responsável pela pneumonia e por doenças sexualmente transmissíveis.

Os doentes de Sars na China, como em Hong Kong, apresentaram indícios de uma mutação do coronavírus, mais conhecido como causador do resfriado comum, disse a Universidade de Hong Kong. Autoridades da OMS disseram na sexta que a epidemia estava sendo contida no mundo, mas que a preocupação era em relação à China.

Quase um mês depois do primeiro alerta global da OMS relativo à doença misteriosa que causou pânico em grande parte da Ásia, a região mais atingida, a organização afirma que há sinais de que a epidemia de Sars pode ter regredido.

Mesmo em Hong Kong, com a maior incidência de casos depois da China, havia sinais de que as autoridades de saúde locais estariam começando a vencer a batalha, disse a OMS. Mas no sábado Hong Kong registrou outros 49 casos e três mortes pela doença.

O governo de Cingapura alertou seus habitantes de que a Sars não iria embora do dia para a noite, mas disse que o país estava aprendendo a conviver com a doença, depois de registrar 39 novos casos em uma semana. Mas enquanto o governo tentava acalmar os nervos abalados, uma epidemia do vírus no maior hospital do país não mostrava sinais de estar sob controle.

O governo disse que na sexta seis outras pessoas haviam sido infectadas pela pneumonia asiática enquanto faziam visitas ou trabalhavam no Hospital Geral de Cingapura, elevando o total de casos confirmados no hospital para 25 em uma semana. Cingapura é o quarto país do mundo com maior número de casos de Sars.

 
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