Política | 26/06/2012 11h49min
Convocado a depor sobre o episódio da venda da casa onde Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso em fevereiro deste ano, o ex-assessor do governador de Goiás, Lúcio Fiúza Gouthier, se recusou a falar aos parlamentares da CPI do Carlinhos Cachoeira e foi dispensado da reunião. O procedimento é o mesmo que vem sendo adotado pela comissão desde o início das investigações.
Acompanhado de seu advogado, Fiúza, que teria presenciado o pagamento do imóvel, usou o direito constitucional de permanecer em silêncio. Ele compareceu munido de habeas corpus obtido junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) que assegurou a ele o direito de não falar na reunião.
Parlamentares criticaram a apresentação do habeas corpus alegando que o dispositivo é desnecessário. Eles ressaltaram que a CPI tem respeitado o direito constitucional das testemunhas de permanecer em silêncio.
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