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Você sabia que modelo tem que ter DRT?

Há um sindicato que oferece uma lista com todas as agências credenciadas

Se você já pensou em fazer sucesso nas passarelas, prepare-se para estudar, se especializar e estar de acordo com as leis para exercer a profissão. Para se tornar um modelo profissional, é necessário ter DRT e estar filiado ao Sindicato de Manequins e Modelos do Estado do Paraná (SIMM), o mais antigo do país.

“No Paraná existe o sindicato que dá um suporte a esses profissionais e os protege contra eventuais problemas. As agências que recrutam os modelos precisam estar credenciadas ao SIMM. Há muitas por aí que não têm autorização e realizam desfiles sem esse aval. Se o Sindicato resolver fazer uma vistoria, o evento pode ser cancelado e o organizador, multado”, explica o publicitário e fotógrafo da PhotoLayout Cla Ribeiro. No site do Sindicato há uma lista das agências que têm autorização para realizar os desfiles e fotos publicitárias.

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Para obter o DRT, o futuro profissional precisa realizar um curso de 90 horas. Na PhotoLayout são ministradas aulas de passarela e postura, etiqueta social, marketing pessoal, fotogenia, vídeo publicitário, nutrição, legislação, ética no trabalho, técnicas de teatro e maquiagem. O investimento é de R$ 600, e no final do curso os modelos ganham um book com 21 fotos, no padrão revista e encadernado.

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Depois do curso realizado, os alunos participam de uma pré-banca, que avalia o nível de cada modelo. Depois disso, há a banca eliminatória. Se o aluno for aprovado, ele está apto a fazer desfiles em qualquer lugar do Brasil e do mundo.

Para a banca é necessário pagar uma taxa de R$ 80, o que já deixa o modelo afiliado. A renovação do registro é feita anualmente e o modelo deve pagar uma taxa de R$ 70.

modelo DTR
Foto: Cla Ribeiro, Divulgação

O pagamento para os profissionais varia bastante. Geralmente, os organizadores fecham um valor por pacote de desfile. “É um acordo estabelecido entre o modelo e o contratante ou a agência e o contratante”, esclarece Cla.

O publicitário e fotógrafo também reforça a necessidade do mercado curitibano em conseguir profissionais com qualidade. “Aqui o mercado é excelente, inclusive as modelos tipo Plus Size têm crescido bastante. Mas infelizmente pouca gente se profissionaliza, então, o nível dos eventos é ainda baixo. O ideal é se especializar porque mercado tem”, finaliza.

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