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 | 01/11/2001 22h30min

Testemunhas negam doações para compra de sede do PT

Mais três testemunhas disseram nesta quinta-feira à CPI da Segurança Pública que não doaram dinheiro ao Clube de Seguros da Cidadania para ser usado na compra da sede estadual do PT. O empresário Antônio Tulio Lima Severo, representante da Sabemi Seguros, e a diretora financeira da Associação Municipalista do Brasil (Ambras), Eda Margot Severo Schoereder, admitiram ter repassado um total de R$ 50 mil a Daniel Verçosa Gonçalves, diretor de seguros do clube. O dinheiro, segundo eles, foi uma antecipação de despesas estimadas por Verçosa, que apresentara um projeto de seguro educacional a ser viabilizado em parceria entre a Ambras e o Clube de Seguros. O seguro educacional Pro-Educ, concebido por Verçosa, necessitaria de uma pesquisa em escolas das principais cidades gaúchas. O dinheiro seria uma estimativa inicial de gastos do projeto. Em seu depoimento, a diretora financeira da Ambras declarou que "não podia prever que, dali a três anos, o dinheiro teria outra utilidade". Nos seus depoimentos, Eda Margot e Tulio Severo não conseguiram explicar aos deputados dúvidas sobre os recibos das doações. Os deputados mostraram recibos em que constava o endereço da Sabemi Seguros como sendo o da Ambras. Também foi ouvida a advogada Rejane Brasil Filippi, que deu R$ 1,9 mil ao clube, conforme a lista de doações apresentadas para justificar a compra do prédio que virou sede do PT.

 
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